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sábado, 3 de novembro de 2018

QUANDO A BATALHA PARTENCE AO SENHOR - O poder do verdadeiro louvor em meio às nossas incapacidades


(Esboço de sermão - em breve gravação em áudio da ministração)


 2ª Crônicas 20:13-24 

 CONTEXTO: Deus concedeu graça ao rei Josafá, pois quebrou os postes-ídolos, estabeleceu juízes justos e convocou o povo de volta à santidade (19:1-9). Moabe e Amom contra o povo de Judá com grandioso exercito (20:1-12). O SENHOR respondeu ao clamor!

 Vers. 15  A resposta: A batalha é de Deus

1- A capacidade de vencer não é inerente a nossa natureza! (Vers. 12)

2- Em nossa fraqueza, Deus manifesta a Sua força;

 Vers. 17  O povo deve ir à batalha, porém não combaterá!

1- Deus não nos priva da experiência da batalha;

2- Ele nos coloca no fronte para contemplarmos Sua glória;

3- Sua graça nos dá uma alegria que supera a batalha (2ªCoríntios 12:9,10);

 Vers. 21  Não um exército furioso, mas um grato coral por excelência!
v O coral a frente dos guerreiros demonstra reconhecimento da dependência a Deus!

 Vers. 22  A vitória é de Deus, porém o louvor é a ocasião em que Ele opera!

1- Cantar não é simplesmente uma forma de gratidão.

2- Cantar é um meio de graça! O louvor é poder!

a)  A força para enfrentar as dificuldades nos invade, e de fato vencemos o mundo!

b)  Sua glória opera por nós para algo maior, e isso nos traz verdadeiro propósito!
Ø Paulo e Silas cantaram, as cadeias quebram, para a salvação de uma família.

c)   Nenhum obstáculo pode nos fazer desistir da nossa missão!

Vers. 23, 24  O inimigo, e o mundo não nos atingem quando louvamos!
v Pensando estar nos destruindo, estão na verdade nos dando a vitória da eternidade.

 CONCLUSÃO:Louvor não é oferecer para receber, mas é rendição a autoridade daquele que tudo para nós. Qualquer coisa diferente disso é idolatria, não louvor! Assim fazem os pagãos, oferecem sacrifícios e rituais aos seus ídolos em troca de benesses terrenas. Nossa esperança porém é eterna. (2 Coríntios 4:17,18)

Alisson Lopes

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O Deus Todo-Suficiente [esboço de sermão] Série OS ATRIBUTOS DE DEUS (parte 1)

CONTEXTO: A graça de Deus aos gentios, a rejeição de Deus contra Israel, que rejeitou o Messias (Vers.1-25;  João 1:11), é soberania de Deus, sem mérito humano (Vers. 7-10, 25, 32).

 Vers. 33  Maior riqueza que podemos desfrutar na vida cristã é o próprio Deus
1- A sabedoria de Deus, revelada na criação (Sl 104:24) e em Seus mandamentos:
a.    Planeja e decreta a história (At 4:27-28 );
b.    Revela dos retos caminhos em que devemos andar em santidade (Jó 28:28);
2- O conhecimento de Deus é:
a.    Sua Onisciência, tem toda ciência, Deus sabe de tudo, inclusive os pensamentos! (Sl 44:21)

domingo, 2 de outubro de 2016

O JOVEM QUE MORREU DE SONO

Atos 20:7-12

Contexto: 3ªVM de Paulo, de Éfeso (3 anos de avivamento e plantio de igrejas na região), para Jerusalém, levando ofertas aos pobres da Judéia. No trajeto para em Trôade.

1) V. 7: O cuidado de Paulo para com a Igreja.

   a) Paulo deveria seguir viagem no dia seguinte, logo cedo;

   b) Para ele a oportunidade de ministrar às vidas era mais importante que o descanso;

   c) Para a Igreja conhecer mais a Deus por meio de seu enviado era de um valor inestimável.

2) V. 8-9: No cenáculo * as lâmpadas provocavam um calor incomodo e fumaça.

   a) Êutico, tinha entre 7 e 14, idade suficiente para crer, porém sua resistência era limitada.

   b) Provavelmente Êutico, estava perdendo o paladar, o desejo pelas coisas de Deus, assim passou a buscar algo diferente, talvez a janela fosse uma forma de:

        I- Obter a vista de uma paisagem mais colorida ou interessante;

        II- Ficar antenado com os acontecimentos de fora e estar disponível às oportunidades.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A PAZ DE DEUS QUE EXCEDE O ENTENDIMENTO

(Esboço do 2º Sermão da Série de 2 Estudos sobre Ansiedade)

Exposição em Filipenses: 4:6-13

1. V. 6 – 7 Aliviando o peso das preocupações por meio da Adoração.
  a) Não combatemos a ansiedade negando a existência dos problemas (Vers. 6).
        I – O evangelicalismo ensina a arrogância de que podemos decretar o melhor;
        II – Com humildade, vamos a Deus, pedir que Ele resolva aquilo que está além;
  b) Não apenas pedimos a Deus, mas também, adoramos e agradecemos etc.
2. V. 8 - 9 A raiz da Ansiedade no pecado X Uma mente voltada para o Deus da paz
  a) Aqui ansiedade é tratada como tendo origem no passado, em pecados não tratados.
      I - Viva de forma verdadeira, sem hipocrisia - Preocupação com aparência = ansiedade.
      II – Relacionar-se de forma respeitosa e amável - Relacionamentos quebrados = ansiedade.
    III – Um testemunho bom, justo, puro e santo, nos livra da perturbação da culpa;

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

JESUS CONTRA O MAL DO SÉCULO XXI

(Esboço do 1º Sermão da Série de 2 Estudos sobre Ansiedade)

Exposição em Mateus 6:25-34

1) V. 25 – Ansiedade no grego é “merimnão”, melhor traduzido por “estar sufocado com...”

a)  Deixar-se paralisar pela preocupação com problemas que podem ou não acontecer.

      I- Atentemos para o aspecto futuro da ansiedade, presente neste texto (Vers. 31);

    II-  É importante perceber que ao nos entregarmos a esta ocupação prévia, gastamos nossas forças com algo que não vale a pena: uma verdadeira prisão mental.

b) É um problema de entender e definir nossas prioridades. Graça ou o sustento?

    I- Se não houvesse vida ou corpo, não haveria necessidade de alimento ou veste. Estar vivo é a condição que nos torna aptos a buscar nosso próprio sustento.

    II- Aprendamos a valorizar muito mais a graça de Deus, quando nos permite viver mais um dia, do que o ter ou não certas coisas que Ele nos dá ou tira.

2) V. 26,28 – Vencer a ansiedade é uma questão de contemplar a soberania de Deus na criação e sua provisão na manutenção da vida de Suas criaturas.

a) A ansiedade nos prende tão firmemente ao planejamento, ou mesmo terror do futuro, que não conseguimos perceber quando Deus está nos entregando sua provisão;

b) Devemos assim, agir com a mesma naturalidade que o restante da criação;

   I- O ritmo natural da vida: levantar, comer, relacionar-se, estudar e trabalhar;

  II- Não esqueça que tudo o que fazemos devemos fazê-lo de forma que glorifique a Deus. (1 Coríntios 10:31).